1 APRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO

Este espaço será destinado para o desenvolvimento do projeto do PDE o qual estou desenvolvendo no Colégio Estadual Padre Carmelo junto as turmas do 3º ano do Curso Técnico de Informática e o 2º ano B do ensino médio.

Serão atividades simples e ligadas diretamente a metodologias com uso de recursos midiáticos (educomunicação) e terão como base a História do Cultivando Água Boa, sendo ela analisada pela perspectiva da História Ambiental.

RESUMO:

Título: CULTIVANDO ÁGUA BOA: possibilidade de um novo paradigma civilizatório
Logo CABTrata-se de um estudo sobre os impactos e possibilidades históricas do Cultivando Água Boa (CAB), tendo como premissa a história ambiental. Para contextualizar o estudo fez-se um apanhado histórico do processo de construção da Itaipu Binacional; o qual apresenta duas perspectivas de leitura dos fatos, uma a partir da própria Itaipu, história oficial; a outra abordagem segue a linha de interpretação dos fatos dos movimentos social presentes no período da construção, bem como das produções bibliográficas de quem observou a história do lado oposto da história oficial. Em termos metodológicos, destaca-se um rol de atividades que buscam aliar o estudo de história pela ótica da participação e construção colaborativa; logo, partes das informações serão produzidas pelos alunos envolvidos. Para isso, serão usados recursos midiáticos aproximando o estudo aos ideários da educomunicação, agregando contemporaneidade ao ensino. Com base neste contexto, o estudo busca respostas para duas hipóteses: - o Cultivando Água Boa pode estar interferindo diretamente na ideia de pertencimento a comunidade, fato que desloca a organização das pessoas para o espaço da bacia hidrográfica. – O Cultivando Água Boa pode ser considerada um novo paradigma civilizatório, haja vista sua forte conexão com os indicativos de mudanças necessárias que a humanidade precisa enfrentar perante a crise ambiental que está instaurada. Para que o processo de ensino seja efetivamente colaborativo, a primeira hipótese deve ser respondida a partir do desenvolvimento das atividades, portanto, pelos alunos. Já a segunda passa a ser uma prerrogativa do professor.